• Guia do Arquiteto

      18/05/2017 | MRV tem reaproveitamento de resíduos

      RECICLAGEM RESÍDUOS GERADOS NAS OBRAS DA MRV SÃO REAPROVEITADOS EM PISOS EXTERNOS

      A Regional Campinas da MRV Engenharia em 2016 reaproveitou 400 toneladas de resíduos (restos de blocos e cimento) de suas obras, que foram utilizados no assentamento de pisos das áreas externas. Nesse mesmo ano foram vendidas 300 toneladas de madeira e através da logística reversa foram devolvidos 31 mil paletes aos fornecedores.

      A meta é reduzir o maior volume possível de resíduos nas obras, reaproveitar e reciclar dentro do conceito de produtividade e eficiência construtivas e utilizar a logística reversa, contribuindo com a sustentabilidade e a preservação do meio ambiente. Dentro da perspectiva das melhores práticas construtivas, sociais e ambientais, a Regional Campinas da MRV Engenharia, explica o diretor de Produção, Tulio Pereira Barbosa, tem direcionado seus esforços nesse sentido.  Em 2016, 400 toneladas de resíduos – restos de blocos e cimento, das obras da Regional Campinas foram reaproveitados exclusivamente para o assentamento de pisos nas áreas externas desses empreendimentos. Foram vendidos nesse mesmo ano 300 toneladas de madeira e através da logística reversa, cerca de 31 mil paletes utilizados nessas obras foram devolvidos aos fornecedores.

      O engenheiro Tulio Pereira Barbosa, explica que os resíduos de blocos e cimentos, antes de serem utilizados no assentamento dos pisos externos, passam por uma máquina trituradora e somente após esse processo são transformados na massa que será utilizada para esse piso. Ele explica que esses resíduos reciclados são utilizados, por determinação técnica, apenas nos pisos externos das obras da MRV. “A disseminação da cultura do reaproveitamento e reciclagem de resíduos nas obras, dentro das normas técnicas e no atendimento às leis e normas reguladoras do meio ambiente, é parte das responsabilidades da MRV”, acrescenta Tulio.

      Os benefícios do reaproveitamento de resíduos das obras são vários. Redução de custo, no caso do concreto e diminuição na compra de agregados e menos caçambas nas obras, são alguns deles. A venda de material para reciclagem, também gera redução de descarte na obra. No caso de resíduos de madeiras, algumas obras fizeram doação e outras transferiram para a utilização em outros canteiros.

      Economia – O último levantamento realizado pela construtora demonstrou que nos primeiros oito meses de 2016 (janeiro a agosto), a MRV teve uma economia de R$ 1.536.326,90, com a implantação dos processos de gestão de resíduos, no comparativo com o mesmo período de 2015.

      Histórico – A MRV Engenharia tem como missão concretizar o sonho da casa própria oferecendo imóveis com a melhor relação custo/benefício para o cliente e sempre esteve sintonizada com o mercado e com as melhores práticas construtivas, sociais e ambientais. Para a MRV, o meio ambiente é prioridade máxima e já começa na escolha do terreno - de forma a reduzir a movimentação de terra e preservar suas características originais. A empresa executa ações transparentes no atendimento às leis e normas reguladoras do meio ambiente e entende que cuidar do meio ambiente também é parte das responsabilidades da MRV. Essa temática passa pelo desenvolvimento imobiliário e alcança todas as etapas da construção, sempre buscando racionalizar o consumo de materiais e de recursos naturais.

      O reconhecimento desse trabalho foi a aprovação da MRV para integrar a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&FBovespa.  As empresas listadas no ISE são reconhecidas por sua governança corporativa, boas práticas ambientais e sociais, sustentabilidade do negócio e produtos.

       A empresa lançou ainda os selos Obra Verde e MRV+Verde, que garantem obras sustentáveis e empreendimentos com diversos itens de sustentabilidade depois de entregues aos clientes. Também aderiu ao Programa Brasileiro GHG Protocol e conquistou selo ouro neste relatório, em que divulga os dados de GEE (gases de Efeito Estufa) para o IBOVESPA, e com isso possibilitou realizar em 2016 a compensação de GEE em parceria com a ONG Amigos do Clima, em 100% de sua operação.

      Foto:Roncon & Graça Comunicações





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